ATAQUE EM BAGDÁ JÁ AUMENTA O PETRÓLEO NO MUNDO.

Durante a manhã desta sexta-feira 03/01 ao atender os jornalistas na porta do Palácio da Alvorada, onde o presidente Jair Bolsonaro costuma parar para cumprimentar a população, ele divulgou que provavelmente pode ocorrer um aumento no valor dos combustíveis devido ao ataque que o presidente dos Estados Unidos autorizou  a um comboio no Iraque que culminou com a morte do general iraniano Qasem Soleimani, comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã e o comandante das forças iraquianas que combatem naquela País.

O ataque ocorreu próximo ao Aeroporto de Bagdá, e certamente vai provocar reflexos em todo o mundo.

 Internautas já se manifestaram ao acreditar no começo da 3ª Guerra Mundial, o que não deverá ocorrer por causa do interesse da Rússia e China naquela região.

O presidente Jair Bolsonaro vai se reunir com a equipe econômica e com o general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional para discutirem o assunto, provavelmente neste final de semana todo. 

“Que vai impactar, vai. Agora vamos ver nosso limite aqui, porque já está alto, e se subir mais, complica. Mas não posso tabelar nada. Já fizemos esse tipo de política de tabelamento antes e não deu certo. Vou agora conversar com quem entende do assunto” disse o presidente citando o presidente da Petrobrás Roberto da Cunha Castello Branco. 

De acordo com o presidente Jair Bolsonaro a quebra do monopólio da Petrobras é uma alternativa para diminuir o valor dos combustíveis. “Temos de quebrar o monopólio para evitar a alta dos combustíveis. A distribuição é ainda o que mais pesa no preço, e depois o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que é um imposto dos governos estaduais”.

Ainda de acordo com o presidente “Não dá para aumentar mais imposto no Brasil. Ponto final. No ano passado pagamos por dia mais de R$ 1 bilhão em juros. Foram R$ 400 bilhões por ano. A Europa foi reconstruída, pós 2ª guerra mundial, com  um montante desse. Então por ano, pagamos uma reconstrução da Europa, só de juros da divida”.

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