ESTADO PODERÁ REABRIR DIA 01.06.E GUARULHOS COMO VAI FICAR?

Governador Doria informou que a partir do dia 01 de junho, o Estado poderá começar a flexibilização do comércio, porém deixou a critério dos prefeitos a data para a reabertura.

E Guarulhos como vai ficar, já que estamos classificada pelo Governo do Estado na cor laranja?

ABAIXO A CLASSIFICAÇÃO DO ESTADO DE ACORDO COM O GOVERNO.

Veja o que pode reabrir a partir do dia 1º de junho na cidade de São Paulo

Capital foi classificada com a cor laranja no plano de flexibilização do governo do estado e poderá abrir, com restrições, algumas áreas do setor econômico. Covas, no entanto, afirma que ainda vai analisar propostas dos setores.

O governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (27) um plano de prorrogação da quarentena obrigatória com flexibilização progressiva a partir de 1º de junho. A medida prevê cinco etapas e divide as regiões do estado por cores, de acordo com critérios definidos pela secretaria estadual da Saúde e pelo Comitê de Contingência do Coronavírus.

A capital paulista foi classificada como em fase de controle (laranja), ou seja, município que está em fase de atenção para eventuais liberações. Sendo assim, é permitido reabrir, com restrições, a partir do dia 1º de junho:

  • Atividades imobiliárias
  • Escritórios
  • Concessionárias
  • Comércio
  • Shopping Center

A Grande São Paulo e a Baixada Santista, no entanto, foram classificadas ainda como na fase vermelha, em que nenhuma medida de flexibilização é permitida. (veja o mapa abaixo)

Segundo o governo estadual, a flexibilização deverá ser feita por decreto pelos prefeitos das cidades observando também os planos regionais.

Questionado sobre a flexibilização, o prefeito Bruno Covas (PSDB) afirmou, no entanto, que ainda será preciso analisar a proposta dos setores e que a abertura será detalhada em coletiva de imprensa marcada para esta quinta-feira (28).

“Amanhã em coletiva nós vamos detalhar como é que isso vai ser feito, mas já adianto que dia 1º nós vamos começar a receber as propostas de acordo setorial. Essas propostas vão ser validadas pela Vigilância Sanitária do município e somente quando assinadas entre a entidade representativa do setor e a prefeitura é que o setor vai poder reabrir. Então nada a partir do dia 1º. A partir do dia 1º essa discussão começa a ser efetivada aqui na Prefeitura de São Paulo”, afirmou Covas.

Doria anuncia retomada consciente da economia a partir de 1º de junho

No plano estadual também estão previstas restrições específicas para a abertura dos estabelecimentos permitidos. No caso dos shoppings centers, a recomendação é que eles funcionem apenas por 4 horas por dia e com limitação no uso da praça de alimentação.

“A ideia é que isso seja feito com restrição e fluxos e de horários e também com medidas rígidas de distanciamento. O equivalente em caso de shoppings centers seria um fluxo em torno de 20% da capacidade original, respeitando o distanciamento de 1,5 m. Pra o horário reduzido, a recomendação inicial seria de funcionamento de 4 horas e limitação do uso de praça de alimentação”, disse a secretária estadual de Desenvolvimento Econômico Patrícia Ellen.

Flexibilizações

Pelo plano, as regiões serão classificadas como alerta máximo (vermelho), controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul).

De acordo com o governo, uma região só pode passar a um maior relaxamento após 14 dias. A reavaliação só ocorrerá em período menor caso haja informações relevantes que exijam, excepcionalmente, uma revisão.

“A primeira fase que é a vermelha é de alerta máximo, onde há uma fase de contaminação com liberação apenas pra serviços essenciais devido ao alto risco de transmissão. A fase 2 é a de controle, é uma fase de atenção, mas já é possível iniciar uma flexibilização com medidas mais restritivas em alguns setores de menor risco pra saúde. Na fase 3 que é a etapa de flexibilização, a gente já inicia uma abertura ainda controlada também, mas de um número maior de setores. A fase 4 que é a abertura parcial a gente já tem um nível de abertura maior também com restrições. Para finalizar, a fase do normal controlado, o equivalente seria que todos os controles já estariam em funcionamento, mas sempre com as medidas de distanciamento e higiene”, disse Patrícia Ellen.

Setores da economia que poderão ser reabertos em cada fase. — Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

A classificação de cada região leva em consideração uma série de critérios, entre eles, taxa de ocupação de UTIs e total de leitos a cada 100 mil habitantes. Esses indicadores são avaliados junto com dados de mortes, casos e internações por Covid-19. O governo não revelou, no entanto, qual é o peso dado para cada indicador na definição das fases por região.

A Grande São Paulo foi classificada pelo governo de São Paulo na fase 1, ou seja, na fase de alerta em que apenas a atividade da indústria não essencial e construção civil são permitidas. Já algumas regiões do interior tiveram liberações mais amplas com a fase amarela.

“Na nossa fase vermelha que é de alerta máxima nós temos a região da Grande São Paulo, Baixada Santista e Registro. Na fase laranja que é a fase de controle, onde já iniciamos uma flexibilização com medidas restritivas em alguns setores, o início dessa retomada, nós temos a capital, Araçatuba, Campinas, Franca, Marília, Piracicaba, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, Sorocaba e Taubaté. Na fase amarela, que é a nossa fase de flexibilização, onde nós temos o número maior de setores operando também com medias restritivas nós temos Bauru, Barretos, Presidente Prudente e Araraquara. Não temos nenhum município, nenhuma diretoria regional de saúde na fase 4 nem na fase 5”, disse Patrícia.

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