FUNCIONÁRIOS DO SERVIÇO FUNERÁRIO DE SÃO PAULO RECLAMAM A FALTA DE MATERIAIS DE PROTEÇÃO

Os funcionários do Serviço Funerário de São Paulo reclamam a falta de materiais de proteção para realizar o sepultamento de mortos por coronavírus e os casos de óbitos suspeitos de infecção pela doença.

O Cemitério da Vila Formosa, na zona leste, um dos maiores da América Latina, os coveiros afirmam que mais da metade dos enterros ocorridos nas últimas semanas tinham risco de contaminação. Ainda, segundo o relato dos profissionais a Prefeitura de São Paulo comprou mais de 5 mil sacos plásticos que devem ser utilizados para proteger os caixões, mas adquiriu um número muito inferior de equipamentos de proteção para uso dos funcionários.

No caso de terceirizados, não há equipamento de proteção. O sindicato da categoria também cobra transparência da gestão municipal.

A Prefeitura de São Paulo contratou 220 funcionários para o serviço funerário para substituir os 60% dos funcionários afastados por pertencerem ao grupo de risco de coronavírus.

O serviço funerário também teve outra mudança, em meio à pandemia de coronavírus, nas mortes por quase todos os tipos de doenças, o velório pode durar no máximo uma hora. Se o corpo for de alguma vítima de Covid-19, ou se houver apenas suspeita indicada no atestado de óbito, o velório só pode durar 10 minutos. 

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